Tragédia em Cuiabá: Fiel morre após engasgo durante celebração religiosa

Uma tragédia abalou a comunidade religiosa do bairro Santa Cruz, em Cuiabá, no último sábado (2). Danielle Santos Rissi, de 40 anos, faleceu após sofrer um episódio de asfixia mecânica provocado, supostamente, pelo engasgo com uma goma de mascar durante a celebração de um culto na igreja Assembleia de Deus Nova Aliança. O caso, confirmado pela Polícia Civil, mobilizou equipes de resgate e gerou grande comoção entre os fiéis presentes.
De acordo com as informações registradas pelas autoridades policiais, a vítima participava da cerimônia religiosa quando apresentou um quadro súbito de asfixia por inalação de alimento. Imediatamente, as testemunhas acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os socorristas realizaram os procedimentos de emergência ainda no local e iniciaram o deslocamento para a unidade hospitalar.
Durante o trajeto até o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o estado de saúde de Danielle se agravou drasticamente, resultando em uma parada cardiorrespiratória. A equipe médica do Samu realizou manobras intensivas de reanimação cardiopulmonar (RCP) na tentativa de reverter o quadro. Ao dar entrada no HMC, ela foi encaminhada com urgência para a sala cirúrgica sob monitoramento constante, porém, apesar de todos os esforços da equipe médica, Danielle não resistiu. O laudo médico apontou como causa do óbito a insuficiência respiratória aguda decorrente da asfixia.
A igreja Assembleia de Deus Nova Aliança manifestou profundo pesar por meio de suas redes sociais, destacando o impacto da perda para a congregação. Em nota oficial, a instituição prestou solidariedade aos familiares e amigos, descrevendo a fiel como "uma verdadeira mulher de Deus, que deixa um legado de fé, amor e uma linda história de vida".
O incidente levanta um alerta sobre a gravidade dos engasgos, que ocorrem quando alimentos ou objetos bloqueiam a traqueia, impedindo a passagem de ar para os pulmões. Especialistas reforçam que tais situações constituem emergências médicas críticas, exigindo intervenção rápida por meio de manobras de desobstrução para evitar asfixia fatal ou danos cerebrais por falta de oxigenação. O caso segue sob os procedimentos protocolares da Polícia Civil para a liberação oficial.
Fonte: G1 Mato Grosso
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