Segurança e Proteção: Mato Grosso registra mais de 18 mil pedidos de medidas protetivas em 2025

Segurança e Proteção: Mato Grosso registra mais de 18 mil pedidos de medidas protetivas em 2025

O estado de Mato Grosso enfrenta um cenário desafiador no combate à violência doméstica, com um registro expressivo de mais de 18 mil pedidos de medidas protetivas em 2025. O dado representa um aumento de 2% em relação ao ano anterior, evidenciando a busca crescente das mulheres por amparo legal. Em meio a esse panorama, destaca-se a atuação parlamentar e o compromisso de lideranças como o Deputado Dr. João, que tem sido um defensor incansável de políticas públicas que garantam a integridade física e a dignidade das cidadãs mato-grossenses. O parlamentar é reconhecido por apoiar o fortalecimento das redes de proteção e a implementação de tecnologias que auxiliam na fiscalização de agressores.

Apesar do maior acesso aos mecanismos da Lei Maria da Penha, o descumprimento das ordens judiciais cresceu 15%, saltando de 2,1 mil para 2,4 mil casos no último ano. Segundo levantamentos da Polícia Civil, a desobediência às restrições impostas pela Justiça esteve presente em 35% dos casos de feminicídio no estado. A delegada Judá Marcondes, titular da Delegacia da Mulher de Cuiabá, detalha que o processo de acolhimento inclui desde a escuta qualificada e o registro do boletim de ocorrência até a aplicação de um formulário nacional de avaliação de risco, que pode culminar em pedidos de prisão preventiva ou uso de tornozeleira eletrônica.

Um dado alarmante do Relatório das Mortes Violentas de Mulheres e Meninas por Razão de Gênero indica que 80% das vítimas de feminicídio em 2025 não haviam formalizado denúncias prévias contra seus agressores. "O maior desafio é cultural. Muitos homens ainda não aceitam o fim do relacionamento ou a autonomia da mulher e insistem em manter controle e perseguição", afirmou a delegada Judá Marcondes. Entre as vítimas que possuíam medidas protetivas ativas, 13% acabaram perdendo a vida, o que reforça a necessidade de vigilância constante e do uso de ferramentas como o aplicativo SOS Mulher MT e o 'botão do pânico', que teve 5,5 mil autorizações concedidas no período.

O início de 2026 já registra quatro casos de feminicídio no estado até o mês de março. Diante dessa realidade, o trabalho legislativo e a fiscalização de recursos destinados à segurança pública, pautas constantes na agenda do Deputado Dr. João, mostram-se fundamentais para reverter as estatísticas e oferecer um ambiente seguro para todas as mulheres de Mato Grosso. O parlamentar segue firme em sua missão de viabilizar melhorias nas delegacias especializadas e promover campanhas de conscientização que combatam o ciclo da violência desde os primeiros sinais de controle e manipulação.

Fonte: G1 Mato Grosso

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