Polícia Civil prende suspeito de estupro contra criança indígena em Juína

Polícia Civil prende suspeito de estupro contra criança indígena em Juína

A Polícia Civil de Mato Grosso efetuou, nesta quarta-feira (29), a prisão preventiva de um homem sob a acusação de crime de estupro de vulnerável contra sua própria sobrinha, uma criança de origem indígena. A ação ocorreu no município de Juína, localizado a aproximadamente 737 km da capital Cuiabá, e faz parte de um rigoroso processo investigativo conduzido pela delegacia local para combater crimes de violência sexual na região.

As investigações tiveram início no dia 1º de julho, logo após as autoridades receberem uma denúncia formal relatando os abusos que teriam sido praticados pelo familiar da vítima. Imediatamente após a notificação, a equipe policial iniciou uma série de diligências, que incluíram a coleta de depoimentos de testemunhas e o levantamento de provas periciais. Além do trabalho investigativo, as autoridades asseguraram o acolhimento e o atendimento inicial à criança e aos seus familiares.

Com o robustecimento do inquérito e a presença de indícios suficientes de autoria e materialidade, o delegado responsável pelo caso solicitou ao Poder Judiciário a prisão preventiva do suspeito. Segundo informações da Polícia Civil, a medida cautelar foi considerada imprescindível para garantir a integridade física e psicológica da vítima, evitando possíveis episódios de intimidação ou novas agressões, além de assegurar a ordem pública e a fluidez das etapas subsequentes do processo judicial.

Após a expedição do mandado pela Justiça, os agentes localizaram o investigado e efetuaram a prisão. O homem foi conduzido à Delegacia de Juína, onde passou pelos procedimentos de praxe e prestou depoimento formal. O suspeito agora aguarda a realização da audiência de custódia e permanecerá detido, à disposição do sistema judiciário, enquanto o inquérito é finalizado e encaminhado ao Ministério Público. A Polícia Civil reforça a importância de denúncias para o combate célere a crimes contra crianças e adolescentes.

Fonte: G1 Mato Grosso

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