Polícia Civil prende em Sorriso suspeito de executar duplo homicídio em distribuidora

Polícia Civil prende em Sorriso suspeito de executar duplo homicídio em distribuidora

As forças de segurança pública de Mato Grosso efetuaram, nesta sexta-feira (27), a prisão de um jovem de 22 anos suspeito de ser o executor de um duplo homicídio ocorrido no início do ano em Sorriso. A operação, coordenada pela Polícia Civil, ocorreu no bairro Jardim Primavera e resultou também no cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do investigado, onde seu aparelho celular foi recolhido para passar por perícia técnica.

O crime em questão aconteceu na madrugada do dia 10 de janeiro, em uma distribuidora de bebidas local. Na ocasião, Francisco Nunes, de 42 anos, e Júlio Peixoto da Silva, de 21 anos, foram atingidos por disparos de arma de fogo e não resistiram aos ferimentos. Uma terceira pessoa também foi baleada durante a ação criminosa, mas foi socorrida por populares e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), conseguindo sobreviver ao atentado.

De acordo com as investigações conduzidas pelas autoridades policiais, a dinâmica do crime envolveu dois indivíduos em uma motocicleta. O suspeito detido nesta sexta-feira estaria na garupa do veículo e teria sido o responsável por efetuar os disparos sem sequer desembarcar. "Na ocasião, uma moto com dois ocupantes se aproximou do bar e o garupa efetuou os disparos sem descer do veículo, atingindo inicialmente a primeira vítima", detalha o registro do caso. Após o primeiro ataque, os criminosos atravessaram a via e dispararam contra as outras duas vítimas.

A Polícia Civil informou que o estabelecimento onde ocorreram as mortes é monitorado por ser frequentado por integrantes de organizações criminosas. Embora a autoria dos disparos tenha sido atribuída ao jovem preso, a motivação exata que levou ao ataque ainda não foi detalhada no inquérito. A identidade do suspeito permanece sob sigilo, conforme os protocolos da investigação em curso. O caso segue sob análise judiciária para a conclusão do processo investigativo.

Fonte: G1 Mato Grosso

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