Homem é detido após invadir residência e abusar de crianças em Guarantã do Norte

Um crime de extrema gravidade chocou a população de Guarantã do Norte na madrugada deste domingo (12). Um homem de 29 anos foi detido pela Polícia Militar sob a acusação de invadir uma residência e praticar atos de abuso sexual contra duas crianças, de apenas 9 anos e 1 ano e 4 meses, além de tentar investir contra a mãe das vítimas. O suspeito foi localizado em um terreno baldio após a reação da genitora e a mobilização de vizinhos.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, o indivíduo adentrou o imóvel após agredir o animal de estimação da família na entrada. Uma vez no interior da casa, ele se dirigiu ao quarto onde as crianças repousavam. Relatos apontam que a criança de 9 anos despertou durante a agressão e foi coagida sob ameaças de morte para que permanecesse em silêncio.
A sequência de violência prosseguiu quando o agressor se deslocou até a sala, local onde a mãe das crianças dormia. A mulher despertou ao ouvir o choro da filha e deparou-se com o suspeito tentando beijá-la e tocá-la à força. Ao tomar conhecimento de que seus filhos haviam sido abusados, a vítima reagiu prontamente para defender a família, atingindo o invasor com uma panela, o que provocou a fuga do homem para uma área de mata próxima.
O socorro foi acionado por moradores da região que ouviram os gritos de ajuda. As guarnições da Polícia Militar realizaram buscas no entorno e conseguiram localizar o suspeito escondido em um terreno baldio. Devido a um ferimento sofrido durante a reação da mãe, o homem foi inicialmente conduzido a uma unidade hospitalar para receber atendimento médico.
Após receber os cuidados necessários, o indivíduo foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde o flagrante foi formalizado. O caso agora segue sob investigação das autoridades competentes, que devem realizar as perícias necessárias e colher depoimentos para instruir o processo judicial. O episódio reforça o alerta sobre a segurança residencial e a proteção de vulneráveis na região.
Fonte: G1 Mato Grosso
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