Fiscalização na BR-364 resulta na apreensão de 600 perfumes e eletrônicos contrabandeados

Fiscalização na BR-364 resulta na apreensão de 600 perfumes e eletrônicos contrabandeados

A Polícia Militar realizou uma importante apreensão de mercadorias contrabandeadas durante uma operação de fiscalização em um ônibus de transporte interestadual na BR-364, em Alto Araguaia. A ação, ocorrida neste domingo (21), resultou na prisão de um passageiro que transportava centenas de itens de origem estrangeira sem a devida documentação fiscal.

No total, os agentes localizaram 14 caixas contendo aproximadamente 600 frascos de perfumes, além de diversos componentes eletrônicos, como telas e baterias de aparelhos celulares. A abordagem faz parte das estratégias de segurança para coibir o tráfico de mercadorias ilegais que circulam pelas rodovias do estado de Mato Grosso.

De acordo com o registro policial, a equipe deu ordem de parada ao veículo para uma vistoria de rotina no compartimento de bagagens. Ao identificarem a carga suspeita, os policiais consultaram o motorista do ônibus, que apontou um dos passageiros como o proprietário dos volumes. "Questionado, o homem informou que levaria os produtos para São Paulo, mas não apresentou documentação que comprovasse a origem legal da mercadoria", detalha o boletim de ocorrência.

A contagem oficial revelou uma quantidade expressiva de produtos de luxo e tecnologia. Além das centenas de perfumes de marcas variadas, foram recolhidas dezenas de telas de reposição e uma caixa repleta de baterias para smartphones. A ausência de notas fiscais ou comprovantes de importação legal caracteriza o crime de descaminho ou contrabando, dependendo da natureza dos itens.

Diante da irregularidade flagrante, o indivíduo, que não teve seu nome divulgado pelas autoridades, recebeu voz de prisão imediata. Ele foi conduzido, juntamente com todo o material apreendido, à Delegacia de Polícia de Alto Araguaia para as providências cabíveis. O caso agora segue para investigação, visando identificar a origem dos produtos e possíveis conexões com redes de distribuição de produtos ilegais em outros estados brasileiros.

Fonte: G1 Mato Grosso

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