Definidos os candidatos a vice-governador que disputarão as eleições de 2026 em Mato Grosso

Definidos os candidatos a vice-governador que disputarão as eleições de 2026 em Mato Grosso

Com o encerramento das convenções partidárias na última quarta-feira (05), o panorama eleitoral para o Governo de Mato Grosso em 2026 está oficialmente delineado. O estado, que conta com um eleitorado de aproximadamente 2,6 milhões de cidadãos, terá seis chapas distintas disputando o comando do Executivo no primeiro turno, agendado para o dia 4 de outubro. O prazo para o registro oficial das candidaturas junto à Justiça Eleitoral expira no dia 15 de agosto.

Entre os nomes que compõem as chapas como candidatos a vice-governador, destaca-se a diversidade de perfis profissionais e trajetórias políticas. A Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) apresenta Diogo Botelho (PDT), advogado e professor universitário natural de Paranatinga, que compõe a chapa encabeçada por Natasha Slhessarenko. Já o partido Mobiliza lançou o médico pneumologista Dr. Wagner Malheiros, profissional com atuação reconhecida na capital mato-grossense, como vice na chapa de Maurício Coelho.

No campo das coalizões de centro e direita, o atual deputado federal e ex-senador Fábio Garcia (União Brasil), parlamentar mais votado do estado em 2022, foi confirmado como o vice na chapa liderada por Otaviano Pivetta (Republicanos). Paralelamente, o empresário do setor da construção civil Marcelo Maluf, fundador do Grupo São Benedito, filiou-se ao partido Novo para disputar o cargo de vice-governador ao lado de Wellington Fagundes (PL).

A disputa conta ainda com Gilberto Possamai (Agir), produtor rural ligado ao agronegócio, que compõe a chapa do Sargento Laudicério Machado. Fechando a lista de postulantes, o partido Missão aposta em uma chapa puramente empresarial, indicando Thales Rodrigo Sartorelo, também do setor da construção civil, para a vice-governadoria na composição liderada por Rafaell Milas de Oliveira.

De acordo com Diogo Botelho, um dos candidatos, o processo eleitoral deve ser um instrumento democrático fundamental, pois deve refletir a vontade popular e ampliar as opções de escolha da sociedade. A partir de agora, as siglas iniciam a fase de oficialização documental para dar início ao período de campanha regulamentado.

Fonte: G1 Mato Grosso

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