Criminosos perfuram parede de farmácia em Cuiabá para furtar medicamentos de alto custo

Uma farmácia localizada no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá, foi alvo de uma tentativa de furto qualificado na madrugada desta quarta-feira (1º). Criminosos utilizaram ferramentas pesadas para abrir um buraco na parede lateral da estrutura física do estabelecimento, buscando acessar o estoque de medicamentos de alto valor agregado. Segundo informações da Polícia Militar, o foco principal da ação criminosa era a subtração de canetas injetáveis utilizadas para tratamentos de emagrecimento e diabetes.
A tentativa de crime foi interrompida graças ao sistema de monitoramento eletrônico da unidade. Ao ser acionado pelo alarme, um vigilante da empresa de segurança privada deslocou-se rapidamente até o endereço. No local, o profissional avistou três indivíduos escondidos em um terreno baldio situado nos fundos da farmácia. Ao perceberem que haviam sido descobertos, os suspeitos empreenderam fuga imediata, abandonando todo o material que pretendiam levar.
De acordo com o relatório da Polícia Militar, os agentes que atenderam a ocorrência encontraram um cenário de destruição parcial na alvenaria. "Os policiais constataram que os criminosos abriram um buraco na parede, voltada para o terreno baldio, a cerca de 1,40 metro de altura, por onde tiveram acesso ao interior do estabelecimento", detalha o registro policial. A abertura estratégica permitiu que os invasores selecionassem produtos específicos antes da chegada da segurança.
No terreno baldio, foram recuperadas duas mochilas contendo diversas caixas de medicamentos de alto custo, incluindo as cobiçadas canetas emagrecedoras, além de equipamentos eletrônicos pertencentes à farmácia. Os criminosos também deixaram para trás o kit de ferramentas utilizado para o arrombamento. Todo o material foi apreendido pela PM e encaminhado para as providências cabíveis. Até o momento, apesar das rondas realizadas na região, nenhum dos três envolvidos foi localizado ou preso. O caso agora segue sob investigação das autoridades competentes para identificação dos responsáveis.
Fonte: G1 Mato Grosso
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