Ação rápida da polícia resulta na prisão de suspeitos após homicídio em bar de Mato Grosso

Um crime brutal chocou a população de Pontes e Lacerda na madrugada deste domingo (19). Wiliasmar Vieira Araújo, de 25 anos, foi assassinado a tiros enquanto celebrava o aniversário de um amigo em um estabelecimento comercial local. A ação criminosa resultou na morte imediata do jovem e na mobilização imediata das forças de segurança, que culminou na prisão em flagrante de dois suspeitos, de 18 e 19 anos, pouco tempo após o ocorrido.
De acordo com os relatos colhidos pela Polícia Militar, a dinâmica do crime teve início quando um dos suspeitos visitou o bar momentos antes do ataque. Testemunhas afirmaram que o indivíduo apresentava sinais de estar sob efeito de entorpecentes, chegou a consumir bebida alcoólica no local e interagiu com as vítimas pedindo cigarros antes de se retirar. Contudo, o homem retornou pouco depois na garupa de uma motocicleta, acompanhado de um comparsa. Utilizando um capacete para dificultar a identificação, ele se aproximou da mesa e efetuou três disparos de arma de fogo, atingindo Wiliasmar na cabeça e nas costas.
A Polícia Militar agiu com celeridade após ser acionada por clientes e funcionários do bar. Durante as diligências na região, os agentes localizaram a dupla nas proximidades de um pesqueiro. Ao notarem a presença da viatura, os suspeitos tentaram empreender fuga a pé e resistiram à abordagem policial, mas foram contidos e detidos. Com eles, os militares apreenderam um revólver com numeração raspada e quatro munições deflagradas, além de localizarem a motocicleta que havia sido escondida pelos criminosos.
Na delegacia, os detidos confessaram o envolvimento no homicídio e alegaram pertencer à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Um dos suspeitos justificou o ato afirmando que teria recebido ameaças de uma das vítimas e que buscou o aval da facção para executar o crime. O segundo envolvido declarou ter atuado apenas como o condutor do veículo durante a ação. A área do crime passou por perícia técnica da Politec e o caso segue agora sob investigação da Polícia Civil, que analisará os celulares apreendidos e os depoimentos para concluir o inquérito.
Fonte: G1 Mato Grosso
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